[Entrevistador] Olá Equipa 8, como se chamam e de que faculdade são?

[Entrevistado] Sou o António e sou do Instituto Superior Técnico. O meu é António e estudo no IST. Sou o Pedro e também sou do técnico. Chamo-me Diogo e estudo igualmente no técnico.

[Entrevistador] São todos do mesmo ano?

[Entrevistado] Não. Eu (António) sou do primeiro, e os restantes são de terceiro.

[Entrevistador] Consideram que o facto de terem um grupo de 4 elementos é importante? Se fosse apenas uma pessoa, acham que resultaria tendo em conta a dinâmica do desafio?

[Entrevistado] Não tão bem. Nós estamos constantemente a descobrir lacunas nos planos uns dos outros, o que nos ajuda a construir um mais forte. No entanto, mais uma pessoa ou menos uma pessoa não seria crítico.

[Entrevistador] Como surgiu o vosso grupo?

[Entrevistado] (risos) Nós já tínhamos ouvido falar disto o ano passado, no entanto nenhum de nós participou. As outras pessoas que conhecemos que tinham vindo gostaram e então combinamos vir este ano. Esta nova adição do primeiro ano veio ao nosso encontro, uma vez que um dos membros que era para vir connosco teve uns problemas e não pode vir. Então surgiu o António que não teve problema em nos vir ajudar.

*Perguntas direcionadas ao tema*

[Entrevistador] Qual a importância de soluções IT para que as pessoas adiram mais à terapêutica?

[Entrevistado] Ainda estamos a descobrir (risos). Eliminar o erro humano, acho que passa por aí. Pelo menos no nosso caso é o foco que estamos a tentar abordar melhor.

*Perguntas direcionadas ao projeto em si*

[Entrevistador] Já têm alguma ideia para o vosso projeto? Querem partilhar connosco em traços gerais?

[Entrevistado] Estamos a tentar criar um sistema de integração que nos permite vigiar mais proximamente, isto é, garantir que o doente abre o medicamento. Não conseguimos garantir que o [paciente] o toma, mas já é um passo mais perto para averiguar sobre tal. E constantemente avisá-lo e motivá-lo para continuar o tratamento que é importante para doentes crónicos em que não vêem os resultados imediatamente, pelo que perdem a iniciativa.

[Entrevistador]  A solução que estão a desenvolver é específica para algum tipo de público alvo?

[Entrevistado] O nosso público alvo é o sistema nacional de saúde (risos). Temos vários públicos alvos, nomeadamente doentes crónicos e desses, muito implicitamente, os idosos, que são as pessoas que tendem a seguir menos a terapêutica.

[Entrevistador] Obrigado! E muito boa sorte neste desafio!

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