Entrevistador: Entrevista à equipa 3. Olá, equipa 3.

Todos: Olá

Entrevistador: Como se chamam e de que faculdade são?

Adriana: Somos da Universidade de Coimbra, eu sou a Adriana.

Sou a Natália.

Sou o João.

Sou a Erica.

Entrevistador: Ok, e vocês são de que ano ou são todos do mesmo ano?

João: Somos do quarto ano

Érica: De mestrados diferentes. Eu sou de Bioinformática.

João: E a Adriana também. Eu sou de Instrumentação.

Natália: Eu sou de Imagem Médica e Radiação.

Entrevistador: E que vocês acham? Acham que esta interdisciplinaridade vos vai ajudar ou vos vai dar mais vantagens nesta participação?

Érica: Eu acho que sim, porque todos nós temos campos diferente e eu acho que um bocadinho de tudo consegue-se juntar uma coisa muito fixe.

Natália: Sim. Principalmente porque temos maneiras diferentes de abordar o problema. Uma pessoa que está muito habituada a mexer com programação  vai ver de uma maneira diferente de uma pessoa que é mais “hands-on” como uma pessoa de instrumentação. Isso é giro

Entrevistador: Ok, agora uma pergunta mais “tricky”. Qual é que acham que é a importância das soluções IT para que as pessoas adiram às terapêuticas?

João: Ah.

Entrevistador: Podem começar já a explicar a vossa ideia, que é a pergunta a seguir. De que forma é que acham que isto é realmente importante? Se conseguissem ter se calhar um termo de comparação com outro tipo de projeto ou de inovação.

Érica: Nós estamos numa sociedade que cada vez mais usa as tecnologias e acho isso importante neste momento, porque nós temos vindo sempre a evoluir e já que as tecnologias estão a surgir, porque não usá-las? E por que não explorar os recursos que temos? Acho que sim, é importante desenvolver isso e é cada vez mais uma perspetiva para o futuro.

Natália: Principalmente na situação da parte geriátrica, uma vez que Portugal tem uma população super envelhecida, e se agora trabalhamos tanto para chegar lá, agora é para dar qualidade de vida e isso agora só vai poder ser atingido com acesso à tecnologia, porque não há outra maneira.

Érica: Exato, e a facilidade de comunicação com as novas tecnologias é fantástica, e conseguimos aceder a qualquer tipo de informação hoje em dia, coisa que não era possível antes.

Entrevistador: Concordo. Exato. E da vossa ideia, conseguem dar assim um cheirinho?

Érica: Um preview.

João: Nós tentamos focar num problema que abrange uma grande parte da população sénior.

Érica: E ao mesmo tempo é restrita.

João: Sim, e tentamos abordar tecnologias IT numa solução que achamos que seja útil e fazível de acordo com a duração e para a qual temos de arranjar uma solução.

Adriana: Nós começámos por focar-nos em doenças cardíacas, que são bastantes comuns em Portugal e toda a parte.

João: São o maior fator de morte.

Entrevistador: Ok.

Adriana: Então a nossa ideia passa por ter um sensor intravenoso, que detete certos componentes do sangue que se relacionem com a medicação e com esses problemas de saúde.

E usar essa informação dos sensores, para controlar a medicação, para dar alarmes e libertar certos medicamentos também já, não logo diretamente dos sangues às horas apropriadas.

Entrevistador: Está bom.

Natália: Ligar a uma app que depois comunica com o médico, e tem até um sistema de gamificação, em que recebem pontos que podem trocar em farmácias ou outros estabelecimentos, por serviços.

Entrevistador: Acho que está tudo, obrigado.

Todos: Obrigado.

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