Atualmente é elevada a percentagem de população que  analisa diversos fatores do seu dia a dia: o número de passos que dá, as calorias que ingere, o tempo que dorme, a qualidade do sono, entre muitos outros. Cada vez mais, tenta-se transportar essa monitorização constante para o meio clínico criando-se wearables que incorporem o corpo humano, e monitorizam as mais variadas características enviando alertas, em tempo real, caso algo saia do normal.

São exemplos de wearables os adesivos que se colocam na superfície da pele, como por exemplo, os adesivos que libertam gradualmente nicotina e permitem ajustar a quantidade da mesma de forma a ajudar as pessoas a deixar de fumar, outros adesivos  detectam os níveis de açúcar no sangue tendo o utilizador rapidamente acesso a esses dados, sendo avisado quando os níveis ficam descontrolados. Recentemente foram criadas lentes de contacto que, através da lágrima, conseguem monitorizar os nível de glicose em tempo real.

A smart clothing é algo muito falado atualmente e funciona como um wearable. Primeiramente, foi aplicada para o desporto, monitorizando imensos parâmetros, como o esforço feito em cada área do corpo, a posição durante o exercício para além de toda a informação vital. Existem fatos para pessoas de negócios que permitem também analisar variados parâmetros e permitem o acesso mais rapidamente ao smartphone, por exemplo através de um botão. Aquando a chegada ao hospital de um paciente rapidamente se poderá identificá-lo e ter o seu histórico clínico com o uso de chips de identificação por radiofrequência. Usualmente são incorporados em pulseiras ou outros adereços mas está a tentar-se incorporar esses chips na pele, tornando esse acesso garantido em qualquer situação.

Neste contexto, outra tecnologia inovadora são as smart tattoo que se colocam na superfície do nosso corpo e funciona como uma segunda pele permitindo monitorizar diversos parâmetros vitais, enviando dados seguros e confiáveis através da tecnologia de smartphones, ou então alteram de cor consoante certos níveis de uma substância que se tenha interesse em medir.

Essa inovação tecnológica chega até à alimentação a partir do momento em que foram criados sensores ingeríveis que permitem analisar o funcionamento do sistema digestivo compreendendo alterações no mesmo.

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